Ano Novo – Novas gestões, mesmas expectativas

Terezinha Oliveira • Colunista do Repórter Ceará
29 de janeiro de 2021 às 12:30

“Este ano não vai ser igual ao que passou”, quando um vírus chamado Corona ganhou o Mundo e nos isolou, além de ceifar a Vida de tanta gente querida. A esperança na aplicação da vacina e a recuperação dos postos e trabalhos é o que todos acalentamos.

O Ano que se iniciou foi marcado pela diplomação de novas Gestões nos Municípios brasileiros e novos mandatos nas Câmaras Municipais. Digo novos por ser um novo exercício, mas com muitas Caras carimbadas nas políticas locais ou seus prepostos, em casos de impossibilidades legais. Mas esse artigo não vai abordar as práticas partidárias, pois o que é essencial são as diversas Políticas Públicas cujo foco é o bem estar da população com a solução de suas mais diversas necessidades e direitos. A campanha findou e devem ser lembradas as promessas feitas e arregaçarem as mangas para cumpri-las. No âmbito do Legislativo é preciso agir com a independência assegurada constitucionalmente. Executivo e Legislativo são Poderes distintos. Os Edis representam o Povo na fiscalização dos atos do executivo, sob a luz da Legislação em vigência.

A economia fragilizada pelas consequências da Covid-19 requer atenção do Poder Público, especialmente com a infraestrutura adequada aos setores produtivos no campo e na cidade – estradas, abastecimento de energia e água nas localidades. A geração de empregos e de renda deve ser consequência do apoio governamental a empreendimentos locais e NÃO é salutar os Gestores promoverem o “inchamento” da folha de pagamento das Prefeituras com “apadrinhados”. A única forma legítima de preenchimento de vagas no setor público é o Concurso Público.

A Saúde assumiu uma dimensão de prioridade 1 diante da pandemia, e a Educação precisou se reinventar para proteger os educandos. Mas há uma necessidade premente de ações no âmbito do Meio Ambiente, a começar pelo cumprimento da legislação pertinente ao Uso e Ocupação do Solo, desde a observância de áreas de destino coletivo no ato de aprovação de Loteamentos: Áreas Verdes, Áreas Institucionais, Praças e Sistema Viário. O clima quente do Sertão que recebe poucas chuvas pode ser amenizado pelas árvores, cuja copas oferecem sombra e microclima ameno. Uma poda correta embeleza as ruas e não agride a natureza. Agressões ao Meio Ambiente podem ter sérias consequências, principalmente o aterramento de leitos de cursos d’água e desmatamento de encostar e várzeas.

Muitos são os pontos que Gestores e Legisladores precisam focar em suas ações e que a população deve contribuir quando da elaboração do PLANO PLURIANUAL (PPA) 2022 -2025 a ser elaborado neste primeiro semestre. A forma mais legítima é o planejamento participativo, com envolvimento de todos os segmentos.

Para conferir mais artigos na coluna de Terezinha Oliveira, clique AQUI.

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