Saúde orienta sobre prevenção e tratamento de hanseníase

11 de janeiro de 2019 às 15:13
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Janeiro é o mês da campanha mundial de combate e prevenção à hanseníase. Quanto mais cedo for o diagnóstico da doença, mais rápida é a cura. A Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) orienta sobre os principais cuidados para evitar o contágio da doença.

Doença crônica e infectocontagiosa, causada pelo bacilo de Hansen (Mycobacterium leprae), a hanseníase não é hereditária e a evolução depende de características do sistema imunológico da pessoa que foi infectada. A transmissão se dá entre pessoas. Ao sinal dos primeiros sintomas como manchas brancas ou avermelhadas na pele e perda de sensibilidade, deve-se procurar a Unidade Básica de Sáude (UBS) mais próxima.

A vigilância e o controle da hanseníase, por meio de ações com foco na Atenção Primária, podem facilitar o acesso ao tratamento oportuno reduzindo as incapacidades físicas, que são a mais séria consequência de um diagnóstico tardio. Em 2018, o Ceará registrou 1.700 casos de hanseníase.

Como prevenir

A doença é transmitida de uma pessoa doente que não esteja em tratamento para uma pessoa saudável suscetível. É importante convencer os familiares e pessoas próximas a um doente a procurarem uma UBS para avaliação, quando for diagnosticado um caso de hanseníase na família. Dessa forma, a doença não será transmitida nem pela família nem pelos parentes próximos e amigos.

A hanseníase tem cura, mas pode causar incapacidades físicas se o diagnóstico for tardio ou o tratamento não for realizado adequadamente, pelo período recomendado pelo médico, já que atinge pele e nervos.

Tratamento gratuito

O tratamento para hanseníase é gratuito e oferecido na rede básica do Sistema Único de Saúde (SUS). No Ceará, o Centro de Referência Nacional em Dermatologia Sanitária Dona Libânia, da rede Sesa, é uma das principais referências de acompanhamento e atendimentos às pessoas com hanseníase. Fica na Avenida Pedro I, 1033, Centro.

O atendimento é de segunda a sexta-feira, das 7 às 17 horas. A primeira consulta é por meio da Central de Regulação, quando o paciente é encaminhado de um posto de saúde. Para pacientes com hanseníase, a demanda é espontânea. Ou seja, a primeira consulta não precisa de encaminhamento.

Na assistência, além de atendimentos a pacientes com hanseníase, o Centro Dona Libânia realiza também atendimentos em dermatologia geral, dermatologia pediátrica, DST/Aids, oncologia cutânea, alergia, dermatoses ocupacionais, cirurgia dermatológica, entre outros.

Repórter Ceará

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