Finais da Copa do Nordeste 2020 serão uma reedição de 2015 ou uma revanche Tricolor?

30 de julho de 2020 às 17:42
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Finalistas definidos, Ceará e Bahia fazem as finais do Nordestão mais uma vez. Em 2015, as equipes também disputaram o título e o Alvinegro de Porangabussu levou a melhor. Coincidentemente (ou não), as equipes foram as que mais conseguiram chegar até a decisão do certame no novo formato, em vigor desde 2013.

O retrospecto das equipes no Nordestão

Bahia
A equipe do Bahia fez uma campanha muito boa, teve somente uma derrota ao longo de 10 jogos e apenas 2 empates, incluindo o último com seu adversário da final, Ceará (com quem na quarta rodada do certame, no dia 15 de fevereiro empatou no Castelão), após esta partida, foram 6 vitórias em 6 jogos. Os torcedores baianos estão contando como revanche as finais da Copa do Nordeste 2020, que seria o bicampeonato da equipe, após a reformulação da disputa em 2013.

Ceará
Já o Ceará não fez uma campanha tão regular assim, principalmente no início. Só conseguiu a primeira vitória no sexto jogo, em uma partida de “lavar a alma”, literalmente, debaixo de chuva em Teresina contra a equipe do River. O time, que vinha pressionado de 5 empates, conseguiu uma vitória maiúscula por 4×0, e daí, então, começou sua arrancada no Nordestão. Após esse jogo, a equipe Alvinegra somou mais 4 vitórias, incluindo a última e mais saborosa para a torcida, contra o Fortaleza pela semifinal da copa.

Mas a pergunta que não quer calar: Afinal, Nordestão 2020 será uma reedição de 2015 ou uma revanche?

Obviamente que, só saberemos após os jogos de sábado, 1° e terça, 4, as duas partidas da final. Mas é importante analisarmos alguns fatores sobre ambas as equipes. O Bahia, sem sombra de dúvidas foi, desde o início, o time a ser batido. Com nomes de peso como Rodriguinho, Rossi e uma estabilidade financeira considerada a melhor dos times nordestinos nos últimos anos, os tricolores querem, mais do que nunca exorcizar o trauma do Ceará em finais de Copa do Nordeste.

O Ceará por sua vez, também tem nomes de peso como o próprio Rafael Sóbis, Fernando Prass e porque não dizer Vina (sempre bom ficar de olho na lei que nunca falha, a lei do ex), mas o diferencial do Alvinegro pode estar no estilo de jogo que, aparentemente, o técnico Guto Ferreira conseguiu impor aos seus atletas. O time vem em ascensão, tanto em resultados como no volume em campo e, de acordo, principalmente com o último jogo, a união e a garra estão em alta no Vovô.

Respondendo a pergunta que dá título a esse texto: só o tempo dirá.

Claudenice Ramalho
Secretária Executiva da Fundação Canudos e administradora pública

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